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Quem somos

Meio Simbolo - verdebaixa resolu+ºao

O Instituto Brasileiro de Psicologia Centrada na Pessoa - Areté

É um instituto de Psicologia de base humanista com enfoque na Abordagem Centrada na Pessoa (ACP). Criado em 2007 por quatro psicólogas com a finalidade de desenvolver e aprofundar os conhecimentos desse enfoque no Espírito Santo. É um espaço de acolhimento para clientes em busca do autoconhecimento.

ACP é uma abordagem desenvolvida pelo psicólogo norte americano Carl Ranson Rogers (1902-1987) identificada com os princípios humanistas e aproximações com o pensamento existencialista e a fenomenologia. Essa abordagem representa uma específica visão de mundo e de homem, um jeito de existir na vida. Tanto a ACP quanto o Instituto Areté acreditam que o ser humano é possuidor de uma tendência para o desenvolvimento e atualização de seu potencial criativo, sua liberdade e autonomia, em direção a um funcionamento pleno.

Por que Areté?

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Areté é uma palavra grega que significa excelência, necessária para cumprir com nossa essência na vida. No tempo de Sócrates (469-399 a.C.) era usada para indicar a capacidade que uma pessoa possuía para realizar algo. Para possuí-la a pessoa deve descobrir qual a finalidade de sua existência e de suas escolhas. É uma disposição interior que devemos criar em nós mesmos, e que podemos descobrir através de nossa reflexão.

Assim, o Instituto Brasileiro de Psicologia Centrada na Pessoa - Areté está comprometido com um modelo de Psicologia direcionado para o desenvolvimento da Areté. Confiando na capacidade natural do ser humano para desenvolver-se, buscamos facilitar a conquista da Areté para que as pessoas, em suas diversas formas de estar-no-mundo, possam realizar eficazmente todas as suas possibilidades enquanto ser humano e assim se relacionarem bem consigo mesmas e com o outro.

Meio Simbolo invertido - verdebaixa resolu+ºao

“Parece-me válida pelo curioso paradoxo que encerra, pois quando me aceito a mim mesmo como sou, estou a modificar-me. Julgo que aprendi isto junto dos meus pacientes, bem como através da minha experiência pessoal – não podemos mudar, não nos podemos afastar do que somos enquanto não aceitarmos profundamente o que somos. Então a mudança parece operar-se mesmo sem termos consciência disso”.

Rogers, C. (Tornar-se Pessoa, pg 29)

Objetivos